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Mostrando postagens com o rótulo Saúde

Conviver é um jogo de equilíbrio

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    Conviver é um jogo de equilíbrio Por Débora Máximo Você já reparou que, para quase tudo na vida, existem regras e limites? No trânsito, no trabalho, nos espaços que dividimos e até nas coisas mais simples do dia a dia. Eles existem por uma razão, organizar a convivência e contribuir para o bem-estar de todos. Mas, quando saímos das regras escritas e entramos nas relações humanas, esses limites ficam bem menos visíveis e muito mais difíceis de perceber. É aí que entra o respeito. Porque conviver também é aprender até onde podemos ir sem ultrapassar o espaço do outro. Ser atencioso sem ser invasivo, estar presente sem controlar, preservar o que é nosso sem avançar sobre aquilo que pertence a alguém. Pense no que o outro está sentindo. Nem tudo tem a ver conosco. Às vezes alguém está triste, mais quieto, atravessando uma fase difícil e não quer falar. Respeitar também é não transformar aquele silêncio em rejeição, não exigir explicações e entender que existem momentos que per...

Reflexões sobre o luto

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Reflexões sobre o luto Por Débora Máximo Nada se compara ao susto de receber uma má notícia! Isso aconteceu comigo esta semana. Foi um conjunto de susto, tristeza e dor que alcançou meu coração como uma facada profunda. No decorrer da vida, sabemos que iremos perder alguém que amamos, mas estamos sempre com a esperança de que isso nunca irá acontecer. E quando acontece, a dor pode ser devastadora. Podemos viver o luto em diversos formatos e nenhum deles deve ser negligenciado, porque todo esse processo de separação faz parte da vida. E precisamos perceber uma coisa: o luto não vem sozinho, ele é um conjunto de perdas. Quando perdemos alguém, não perdemos somente aquela pessoa. Perdemos também sua presença, a rotina que existia com ela, as conversas, os planos e tudo aquilo que fazia parte daquela relação. Uma única perda pode trazer várias outras junto com ela. Talvez por isso o luto desperte tantos sentimentos diferentes: tristeza, raiva, culpa, medo, saudade, vazio… às vezes tudo mis...

Excelência, atualização e segurança na cirurgia plástica

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            Excelência, atualização e segurança na cirurgia plástica A trajetória da Dra. Ana Mamari na cirurgia plástica é marcada pela busca constante por conhecimento, aperfeiçoamento técnico e atualização profissional. Em uma área que evolui continuamente, a formação e as certificações são elementos fundamentais para oferecer ao paciente uma prática médica responsável, pautada em critérios técnicos, ética e segurança. A Dra. Ana Mamari comparece ativamente a grandes eventos médicos, congressos, jornadas e encontros científicos de cirurgia plástica, ministrando palestras e presidindo mesas redondas, uma contribuição que inspira a classe médica. E mais: ela participa de cirurgias ao vivo para os colegas, compartilhando sua técnica e expertise, o que representa uma importante oportunidade de acompanhar as novidades da cirurgia plástica e da medicina estética. Esses momentos também permitem a troca de experiências com especialistas, o contato com novas abor...

O espetáculo das más ações

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          O espetáculo das más ações Por Débora Máximo Vivemos um tempo em que as más ações parecem ter uma enorme capacidade de capturar nossa atenção. Basta observar o que ocupa as manchetes, as redes sociais e as plataformas de streaming. Crimes reais se transformam em séries, assassinos se tornam personagens principais e histórias de violência ganham documentários, filmes e temporadas inteiras. Casos que deveriam causar profundo incômodo passam também a ocupar o espaço do entretenimento. Isso me leva a uma pergunta: o que acontece conosco quando passamos tanto tempo olhando para o pior do comportamento humano? Não se trata de dizer que essas histórias não devam ser contadas. Muitas delas ajudam a compreender comportamentos, contextos sociais e acontecimentos que merecem ser conhecidos. A questão está na maneira como nos relacionamos com esse conteúdo e, principalmente, no motivo pelo qual ele nos atrai tanto. Quantas vezes nós mesmos nos pegamos torcendo pel...

Dra. Ana Mamari: excelência, precisão e propósito na cirurgia plástica

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        Dra. Ana Mamari: excelência, precisão e propósito na cirurgia plástica A trajetória da Dra. Ana Mamari na cirurgia plástica é marcada pela busca permanente pela excelência, pelo aprimoramento técnico e por uma compreensão sofisticada da beleza como expressão individual. Com atuação entre Rio de Janeiro e São Paulo, a médica vem construindo uma carreira sólida, pautada pela ética, precisão, responsabilidade e atenção minuciosa a cada paciente. Um capítulo de especial relevância em sua formação profissional foi a experiência ao lado do renomado cirurgião plástico Dr. Volney Pitombo, referência na cirurgia plástica brasileira. Essa vivência contribuiu para ampliar seu repertório técnico e sua percepção sobre a importância do planejamento, da precisão cirúrgica e da busca por resultados naturais e harmoniosos, valores que hoje fazem parte de sua identidade profissional. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e membro da Associação Bra...

Quando até a tristeza cansa

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          Quando até a tristeza cansa Por Débora Máximo Domingo levamos um balde de água fria. E, por alguns instantes, tudo o que muita gente queria era um abraço quentinho para confortar o coração, após a eliminação do Brasil na Copa. Pode parecer apenas futebol, mas não era. Era a quebra de uma expectativa compartilhada, de um momento de alegria coletiva que, diante de tudo o que temos vivido nos últimos tempos, representava muito mais do que uma vitória, representava um breve respiro para milhões de pessoas. A verdade é que estamos emocionalmente cansados. Todos os dias somos expostos a guerras, violência, crises econômicas, tragédias, desastres naturais e tantos outros acontecimentos difíceis. As notícias chegam sem pausa, disputando nossa atenção e despertando emoções intensas. Em meio a esse cenário, qualquer motivo de esperança ou alegria ganha um significado ainda maior. A psicologia mostra que nossa capacidade emocional tem limites. Pesquisas indicam q...

A cegueira da acomodação

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        A cegueira da acomodação É comum ouvirmos frases como: “Meu filho não quer dar continuidade ao meu negócio”; “Estou há anos no mesmo emprego e nunca sou valorizado” ou “Meu relacionamento não muda.” Mas existe uma pergunta que quase nunca é feita: o que foi feito para que essa realidade fosse diferente? Muitos pais desejam que os filhos assumam a empresa da família, mas nunca os ensinaram sobre o negócio. Nunca os convidaram a participar das decisões, a compreender os desafios ou a desenvolver interesse pelo que estava sendo construído. Muitas pessoas sonham com um salário melhor, mas passam anos sem fazer um curso, desenvolver uma nova habilidade ou se preparar para oportunidades diferentes. Outras sofrem em relacionamentos que deixaram de ser saudáveis, mas continuam esperando que apenas o outro mude. À primeira vista, isso pode parecer apenas acomodação. Mas a Psicologia mostra que existe algo mais profundo acontecendo. Nosso cérebro foi desenvolvido para ...